sábado, 19 de março de 2011

Pirelli divulga cores de seus compostos


A Pirelli - fornecedora de pneus para a fórmula 1 nesta temporada - divulgou as cores que diferenciarão os seis tipos de compostos que estarão disponíveis para as equipes.

A empresa acredita que o sistema de cores facilitará ao espectador, diferenciar e identificar os tipos de pneus usados.
As cores estarão na logomarca da empresa e no modelo PZero, na lateral dos pneus.

Os compostos estão assim divididos:

Chuva: laranja
Intermediário: azul claro
Supermacio: vermelho
Macio: amarelo
Médio: branco
Duro: prata

No ano passado, a Bridgestone usava uma faixa na lateral do pneu, que diferenciava o pneu macio do pneu duro.

http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/24097/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ferrari 150º Italia


O novo bólido da escuderia de Maranello, com o qual a equipe pretende disputar e vencer o campeonato de 2011, já está no terceiro nome, devido aos problemas que a primeira designação - F150 - teve com a Ford.

O protótipo a ser pilotado por Fernando Alonso e Felipe Massa tem a entrada de ar acima da cebeça do piloto, mais alta em relação ao modelo anterior;
não há mais a "aleta de tubarão" na parte traseira;
desaparece o difusor duplo traseiro;
não existem mais os escapamentos visíveis nas laterais;
o bico do carro é mais alto, e deverá proporcionar um fluxo de ar para a parte traseira;
o peso mínimo passa de 620kg do ano passado, para 640kg, afim de alojar o KERS, apesar desse equipamento não ser obrigatório este ano.

O modelo homenageia os 150 anos de unificação da Itália, e terá uma bandeira do país na parte posterior do aerofólio traseiro.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Equipes deverão testar novas asas em treinos na Austrália


Segundo Charlie Whiting, diretor de provas da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), existe a possibilidade de as equipes testarem o funcionamento das asas traseiras móveis durante os treinos livres para o GP da Austrália.

Mesmo que o uso da asa seja totalmente liberado durante os treinos, ainda há a necessidade de fazer alguns experimentos com o sistema, sobretudo com relação à forma como a diferença entre os pilotos será medida, já que, durante as corridas, a asa somente poderá ser acionada caso o piloto esteja a menos de um segundo do competidor da frente.

Também será preciso experimentar o sistema de fato pela ativação dentro da zona de ultrapassagem estabelecida de 600 metros.

Muita polêmica envolve esta questão, pois o uso do dispositivo está restrito a alguns trechos, e com autorização prévia da direção de prova, o que suscita dúvidas sobre alguns aspectos, e já se prevêem muitas reclamações e até ações judiciais por parte de enventuais insatisfeitos que se sintam prejudicados por determinada decisão.

"Não há motivos para que os espectadores fiquem confusos. A operação da asa é simples. Haverá linhas na pista que mostrarão a área onde a diferença será detectada e uma linha do outro lado da pista no ponto onde os pilotos poderão usar o sistema." Diz Whiting.

"Além disso, as equipes de transmissão de televisão receberão um sinal cada vez que o sistema for acionado e isso será mostrado aos espectadores."

http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/24061/

terça-feira, 15 de março de 2011

História - Tom Pryce



Thomas Maldwyn Pryce, mais conhecido como Tom Pryce, nasceu no país de Gales, em 11 de junho de 1949.
Pryce estreou na fórmula 1 em 1974, no grande prêmio da Bélgica, e Nivelles, pela equipe Token Racing.

Após isso foi contratado pela Shadow Racing Team.
Participou de 42 corridas, somou 19 pontos, uma pole position e conseguiu dois pódios - dois terceiros lugares.

Em sua última corrida, o GP da África do Sul, em Kyalami, ainda pela Shadow, foi vítima de um dos mais estranhos acidentes da história da fórmula 1; ele pilotava o carro nº 16. Depois de um acidente com o outro carro da equipe, conduzido pelo italiano Renzo Zorzi, dois fiscais atravessam a pista; o segundo deles - Jansen Van Vuuren, de apenas 19 anos - é atropelado por Pryce, a quase 280 km/h, e é morto instantaneamente, tendo sido desmembrado e horrívelmente desfigurado - tanto que só pode ser identificado por exclusão - e o extintor de incêndio levado por ele bateu na cabeça de Pryce com tal violência que arrancou seu capacete e matou-o na hora. O carro continuou se locomovendo - com o piloto morto - até parar.
Pryce faleceu em 5 de março de 1977, aos 27 anos.