
Segundo Charlie Whiting, diretor de provas da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), existe a possibilidade de as equipes testarem o funcionamento das asas traseiras móveis durante os treinos livres para o GP da Austrália.
Mesmo que o uso da asa seja totalmente liberado durante os treinos, ainda há a necessidade de fazer alguns experimentos com o sistema, sobretudo com relação à forma como a diferença entre os pilotos será medida, já que, durante as corridas, a asa somente poderá ser acionada caso o piloto esteja a menos de um segundo do competidor da frente.
Também será preciso experimentar o sistema de fato pela ativação dentro da zona de ultrapassagem estabelecida de 600 metros.
Muita polêmica envolve esta questão, pois o uso do dispositivo está restrito a alguns trechos, e com autorização prévia da direção de prova, o que suscita dúvidas sobre alguns aspectos, e já se prevêem muitas reclamações e até ações judiciais por parte de enventuais insatisfeitos que se sintam prejudicados por determinada decisão.
"Não há motivos para que os espectadores fiquem confusos. A operação da asa é simples. Haverá linhas na pista que mostrarão a área onde a diferença será detectada e uma linha do outro lado da pista no ponto onde os pilotos poderão usar o sistema." Diz Whiting.
"Além disso, as equipes de transmissão de televisão receberão um sinal cada vez que o sistema for acionado e isso será mostrado aos espectadores."
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