Contrariando a tradição de que o GP húngaro é uma corrida monótona e sem ultrapassagens ou variações, a desse ano foi emocionante do início ao fim.
A chuva foi uma das variáveis que proporcionou ultrapassagens, erros e várias opções, que tornaram a corrida emocionante.
O pole position, Sebastian Vettel não conseguiu segurar a ponta por muito tempo, e foi ultrapassado por Lewis Hamilton na 5ª volta. Ele manteve a liderança até a 13ª volta, quando foi para os boxes.
Todos puseram pneus para pista seca e Button ultrapassou Vettel na 14ª volta, impondo um bom ritmo que o aproximou do líder, mostrando a clara evolução da Mclaren nos últimos GPs. Hamilton terminou em 4º e Webber em 5º.
Um estranho incidente ainda não esclarecido aconteceu com o carro de Nick Heidfeld, que se incendiou logo após a saída dos boxes.
A partir da 3ª parada as estratégis de pneus foram decisivas. Alonso e Hamilton optaram por continuar com os supermacios, que duram menos e obrigariam a uma nova parada; já Button, Vettel e Webber escolheram os macios, e foram até o fim da prova.
Hamilton errou ao passar pela zebra molhada e rodou; depois errou de novo ao girar na pista ao tentar voltar, enquanto outros carros passavam, causando uma situação perigosa, pela qual foi punido com um drive-trough. Button assumiu a ponta nessa ocasião, e com uma pilotagem precisa e sem erros, poupando pneus, venceu sua 200ª corrida, no mesmo local de sua primeira vitória na categoria, em 2006. Vettel em segundo e Alonso em terceiro, completaram o pódio.
Resultado do GP da Hungria:
1º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 70 voltas em 1h46min42s337
2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 3s5
3º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 19s8
4º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 48s3
5º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 49s7
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 83s1
7º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1 volta
8º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
9º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta
10º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
11º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1 volta
12º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), a 1 volta
13º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 2 voltas
14º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 2 voltas
15º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 2 voltas
16º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 2 voltas
17º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), a 4 voltas
18º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 4 voltas
19º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 5 voltas
20º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 5 voltas
Não completaram:
Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault)
Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
Nick Heidfeld (ALE/Lotus Renault)
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault)
domingo, 31 de julho de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
História - Elio De Angelis.
No dia 14 de maio completaram-se 25 anos do acidente fatal desse italiano, algo sobre sua vida e carreira.
Nasceu em Roma, em 26 de março de 1958 e faleceu em Le Castelet, França, em 15 de maio de 1986.
Esteve na F1 entre 1979 e 1986, nas equipes Shadow, Lotus e Brabham. Ele não tinha um talento notável ou técnica aprimorada, mas era considerado um batalhador na pista, e era um dos pilotos mais populares do grid. Era considerado calmo e metódico. Teve duas vitórias na F1, na qual chegou com 21 anos. Por isso, Elio de Angelis foi detentor de alguns recordes de juventude na F1 - por exemplo, até 1997 foi o mais jovem piloto de a subir ao pódio de uma prova de F1, no caso no GP do Brasil de 1980. Ainda hoje, ele é o 3º piloto mais jovem a ter pontuado; o 5º mais jovem a ter chegado ao fim de uma corrida de F1; e o 6º mais jovem a ter ganho na F1 (Áustria, em 1982).
Era herdeiro de uma das mais ricas famílias italianas. Por isso, recebeu uma educação esmerada: sabia falar francês, tocava piano muito bem e gostava de cantar para animar os amigos.
Antes da F1 venceu o campeonato italiano de F3, em 1977.
Foi o último piloto da Lotus a ser contratado por Colin Chapman. Com a chegada de Ayrton Senna à equipe, em 1985, ele perdeu espaço diante do talento e dedicação do brasileiro. Assim, aceita o convite da Brabham para substituir Nelson Piquet em 1986, tendo como companheiro o também italiano Riccardo Patrese. Lá, teve de encarar o difícil, problemático e perigoso BT-55, projetado por Gordon Murray. O sul-africano estava experimentando um desenho radical, onde queria aumentar o “downforce” da asa traseira, baixando o centro de gravidade do carro. Para fazer isso, teria de fazer deitar o piloto e o motor, retirando o obstáculo que existia atrás do piloto, que era o motor. Neste caso, o motor BMW era muito alto em relação a outros e ele pretendeu fazê-lo “deitar” no sentido de fazer o carro mais eficiente e alcançar os seus objetivos.
Em uma sessão de testes privados em Le Castelet, na pista de Paul Ricard, após ter dado 17 voltas, a asa traseira de seu carro soltou-se na reta Mistral - com mais de 1 km de extensão - a mais de 300 km/h; descontrolado, o monoposto colidiu contra a barreira de proteção, capotou, ficou de rodas para cima e incendiou-se. Os membros da equipe tentaram retira-lo dos destroços, sem exito. O helicóptero de resgate demorou cerca de meia hora para chegar ao local. De Angelis morreu no dia seguinte no hospital, sem ter recuperado a consciência.
Após isso a FIA passou a exigir a presença de helicóptero no circuito, como parte da equipe de socorro, quer fosse em testes particulares ou eventos oficiais.
domingo, 8 de maio de 2011
Vettel tem vitória tranquila na Turquia
Mais uma vez o alemão Sebastian Vettel, após fazer a pole position, venceu de ponta a ponta, sem ser incomodado. O talento do piloto alemão, aliado ao excelente material que tem em mãos e ao eficiente trabalho da equipe, o colocaram novamente no lugar mais alto do pódio, ampliando sua vantagem para o segundo colocado no campeonato - Lewis Hamilton - para 34 pontos.
Com a dobradinha, a RBR vai a 148 pontos, contra 105 da 2ª colocada, a Mclaren, e bem distante da Ferrari, que tem apenas 65.
Aliás, a Ferrari só conseguiu um pódio, com o 3º lugar de Alonso, devido a capacidade e desempenho do espanhol bicampeão, que mostrou que se tivesse um carro à altura do seu talento, estaria brigando pelo título.
Jenson Button merecia uma melhor colocação que seu 6º lugar, mas a Mclaren usou uma estratégia errada com ele, optando por três paradas para troca de pneus, ao invés das quatro que a maioria fez. Com isso, o inglês teve de controlar um carro com pneus desgastados, perdendo tempo e posições.
Felipe Massa foi muito prejudicado com a perda de tempo em suas paradas, além de um erro cometido por ele na pista. Enquanto a Red Bull trocava os pneus na casa de 3 segundos, a Ferrari chegou a fazer uma em mais de 9 segundos.
A próxima corrida será no dia 22 de maio, o GP da Espanha.
Classificação final – GP da Turquia
Pos No Piloto Equipe Tempo Voltas Grid
1 - 1 Sebastian Vettel Red Bull 01:30:17.558 58 1
2 - 2 Mark Webber Red Bull +8.807 58 2
3 - 5 Fernando Alonso Ferrari +10.075 58 5
4 - 3 Lewis Hamilton McLaren +40.232 58 4
5 - 8 Nico Rosberg Mercedes +47.539 58 3
6 - 4 Jenson Button McLaren +59.431 58 6
7 - 9 Nick Heidfeld Renault +1:00.857 58 9
8 - 10 Vitaly Petrov Renault +1:08.168 58 7
9 - 18 Sébastien Buemi Toro Rosso +1:09.3 58 16
10 - 16 Kamui Kobayashi Sauber +1:18.0 58 24
11 - 6 Felipe Massa Ferrari +1:19.8 58 10
12 - 7 Michael Schumacher Mercedes +1:25.4 58 8
13 - 14 Adrian Sutil Force India +1 volta 57 12
14 - 17 Sergio Perez Sauber +1 volta 57 15
15 - 11 Rubens Barrichello Williams +1 volta 57 11
16 - 19 Jaime Alguersuari Toro Rosso +1 volta 57 17
17 - 12 Pastor Maldonado Williams +1 volta 57 14
18 - 21 Jarno Trulli Lotus +1 volta 57 19
19 - 20 Heikki Kovalainen Lotus +2 voltas 56 18
20 - 25 Jérôme D`Ambrosio Virgin +2 voltas 56 23
21 - 22 Narain Karthikeyan HRT +3 voltas 55 22
22 - 23 Vitantonio Liuzzi HRT +5 voltas 53 20
NC - 15 Paul di Resta Force India Abandono 44 13
NL - 24 Timo Glock Virgin Câmbio 0 21
Classificação F1 2011 – Pilotos
Pos Piloto Equipe Pts
1 Sebastian Vettel Red Bull 93
2 Lewis Hamilton McLaren 59
3 Mark Webber Red Bull 55
4 Jenson Button McLaren 46
5 Fernando Alonso Ferrari 41
6 Felipe Massa Ferrari 24
7 Nick Heidfeld Renault 21
8 Vitaly Petrov Renault 21
9 Nico Rosberg Mercedes 20
10 Kamui Kobayashi Sauber 8
11 Michael Schumacher Mercedes 6
12 Sébastien Buemi Toro Rosso 6
13 Adrian Sutil Force India 2
14 Paul di Resta Force India 2
15 Jaime Alguersuari Toro Rosso 0
16 Rubens Barrichello Williams 0
17 Jarno Trulli Lotus 0
18 Sergio Perez Sauber 0
19 Jérôme D`Ambrosio Virgin 0
20 Heikki Kovalainen Lotus 0
21 Timo Glock Virgin 0
22 Pastor Maldonado Williams 0
23 Narain Karthikeyan HRT 0
24 Vitantonio Liuzzi HRT 0
Classificação F1 2011 – Equipes
Pos Equipe Motor Pts
1 Red Bull Renault 148
2 McLaren Mercedes 105
3 Ferrari Ferrari 65
4 Renault Renault 42
5 Mercedes Mercedes 26
6 Sauber Ferrari 8
7 Toro Rosso Ferrari 6
8 Force India Mercedes 4
9 Lotus Renault 0
10 Williams Cosworth 0
11 Virgin Cosworth 0
12 HRT Cosworth 0
domingo, 17 de abril de 2011
Hamilton vence na China

Em uma corrida emocionante e disputada do início ao fim, o inglês Lewis Hamilton superou o líder do campeonato, o alemão Sebastian Vettel e ganhou o GP da China de F 1.
Na largada Vettel foi superado pelos pilotos da Mclaren, Jenson Button - que assumiu a liderança - e Hamilton que passou para o segundo lugar.
Button teve problema na primeira parada nos boxes e perdeu a liderança.
Houve vários duelos na corrida. Hamilton fez uma bela ultrapassagem sobre seu companheiro Button, e a cinco voltas do final ultrapassou Vettel, assumindo a liderança e subindo ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez na temporada.
As Ferrari dentro de suas limitações ficou com 0 6º e 7º lugares, com Massa e Alonso respectivamente.
Mas o destaque da prova foi o australiano Mark Webber, com uma soberba corrida, vindo do 18º lugar e terminando em 3º, completando o pódio juntamente com Hamilton e Vettel.
A vitória de Hamilton vem dois dias após ele ter feito severas críticas ao carro e sugerir que poderia abandonar a equipe.
Abaixo, o resultado da prova:
1°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 56 voltas
2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 5s1
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 7s5
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 10s0
5°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 13s4
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 15s8
7°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 30s6
8°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 31s0
9°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 57s4
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min03s2
11°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min08s7
12°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1min12s7
13°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1min30s1
14°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1min30s6
15°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
16°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 1 volta
17°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1 volta
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
19°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 1 volta
20°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
21°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
22°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
23°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) a 2 voltas
24°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), Abandonou
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Webber é o mais rápido em treinos na Malásia

O australiano Mark Webber, da RBR foi o mais rápido na segunda sessão de treinos livres para o GP da Malásia, em Sepang. Em segundo lugar ficou o inglês Jenson Button, da Mclaren, 5 milésimos mais lento.
Lewis Hamilton ficou com o terceiro melhor tempo, superando o atual campeão mundial e líder da temporada, Sebastian Vettel, que foi o quarto colocado.
Felipe Massa, da Ferrari ficou em sexto, à frente de seu companheiro de equipe, o bicampeão Fernando Alonso, que ficou na nona colocação.
Rubens Barrichello ficou em 12º lugar, atrás de Pastor Maldonado.
Os primeiros carros na pista ainda estavam calçados com pneus duros, sendo que os melhores tempos, ainda altos, giravam em torno de 1min39s.
Maldonado foi o primeiro a utilizar os compostos mais macios, com 20 minutos de atividades na tarde em Kuala Lumpur. Logo, o venezuelano marcou 1min38s968, assumindo provisoriamente a ponta da tabela.
Fazia 31º C de temperatura ambiente e 49º C no asfalto, os pilotos foram à pista logo no início da sessão, com exceção dos pilotos da Lotus Renault, que manteve seus carros na garagem enquanto investigava a causa da quebra de Vitaly Petrov no primeiro treino.
Os carros retornam à pista em Sepang neste sábado, às 2h (horário de Brasília), para a realização do último treino livre. A sessão que definirá o grid de largada será às 5h.
GP da Malásia - Treino Livre 2:
1°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min36s876 (24 voltas)
2°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 0s005 (30)
3°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 0s134 (23)
4°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 0s214 (30)
5°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1s212 (26)
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1s213 (31)
7°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s689 (25)
8°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1s694 (16)
9°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 1s707 (27)
10°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1s970 (31)
11°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 2s092 (25)
12°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 2s311 (30)
13°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 2s391 (17)
14°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 2s522 (29)
15°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 2s727 (34)
16°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 2s749 (31)
17°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 2s933 (28)
18°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 3s239 (31)
19°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 3s990 (24)
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 5s014 (19)
21°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) a 6s321 (15)
22°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 7s115 (14)
23°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 8s010 (4)
24°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), Sem tempo
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Dani Pedrosa faz melhor tempo em treinos livres

O espanhol da Honda, Dani Pedrosa fez o melhor tempo da 2ª sessão de treinos livres, nesta 6ª feira, para o GP de Jerez de la Frontera, Espanha. Ele ficou 0,188s de seu companheiro de equipe Honda, o australiano Casey Stone.
O atual campeão, o espanhol Jorge Lorenzo, da Yamaha ficou em terceiro, seguido pelos italianos Marco Simoncelli, da Gresini Honda e Valentino Rossi, da Ducati, quarto e quinto colocados respectivamente.
A temperatura ambiente era de 27°C e a da pista de 42°C no momento da sessão da MotoGP.
A categoria realiza ainda mais um treino livre neste sábado, antes da classificação. A corrida acontece no domingo.
Abaixo, os tempos da sessão vespertina de treinos.
1º. Dani Pedrosa (ESP/Honda), 1min40s101
2º. Casey Stoner (AUS/Honda), a 0s188
3º. Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha), a 0s522
4º. Marco Simoncelli (ITA/Gresini Honda), a 0s600
5º. Valentino Rossi (ITA/Ducati), a 0s855
6º. Randy de Puniet (FRA/Pramac Ducati), a 0s881
7º. Ben Spies (EUA/Yamaha), a 0s952
8º. Nicky Hayden (EUA/Ducati), a 0s957
9º. Hiroshi Aoyama (JAP/Gresini Honda), a 1s191
10º. Karel Abraham (TCH/Cardion Ducati), a 1s203
11º. Colin Edwards (EUA/Tech 3 Yamaha), a 1s236
12º. Andrea Dovizioso (ITA/Honda), a 1s306
13º. Hector Barbera (ESP/Aspar Ducati), a 1s564
14º. Loris Capirossi (ITA/Pramac Ducati), a 1s709
15º. Cal Crutchlow (ING/Tech 3 Yamaha), a 1s753
16º. John Hopkins (EUA/Suzuki), a 2s204
17º. Toni Elias (ESP/LCR Honda), a 2s589
http://tazio.uol.com.br/motogp/textos/24332/
sábado, 19 de março de 2011
Pirelli divulga cores de seus compostos

A Pirelli - fornecedora de pneus para a fórmula 1 nesta temporada - divulgou as cores que diferenciarão os seis tipos de compostos que estarão disponíveis para as equipes.
A empresa acredita que o sistema de cores facilitará ao espectador, diferenciar e identificar os tipos de pneus usados.
As cores estarão na logomarca da empresa e no modelo PZero, na lateral dos pneus.
Os compostos estão assim divididos:
Chuva: laranja
Intermediário: azul claro
Supermacio: vermelho
Macio: amarelo
Médio: branco
Duro: prata
No ano passado, a Bridgestone usava uma faixa na lateral do pneu, que diferenciava o pneu macio do pneu duro.
http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/24097/
quinta-feira, 17 de março de 2011
Ferrari 150º Italia

O novo bólido da escuderia de Maranello, com o qual a equipe pretende disputar e vencer o campeonato de 2011, já está no terceiro nome, devido aos problemas que a primeira designação - F150 - teve com a Ford.
O protótipo a ser pilotado por Fernando Alonso e Felipe Massa tem a entrada de ar acima da cebeça do piloto, mais alta em relação ao modelo anterior;
não há mais a "aleta de tubarão" na parte traseira;
desaparece o difusor duplo traseiro;
não existem mais os escapamentos visíveis nas laterais;
o bico do carro é mais alto, e deverá proporcionar um fluxo de ar para a parte traseira;
o peso mínimo passa de 620kg do ano passado, para 640kg, afim de alojar o KERS, apesar desse equipamento não ser obrigatório este ano.
O modelo homenageia os 150 anos de unificação da Itália, e terá uma bandeira do país na parte posterior do aerofólio traseiro.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Equipes deverão testar novas asas em treinos na Austrália

Segundo Charlie Whiting, diretor de provas da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), existe a possibilidade de as equipes testarem o funcionamento das asas traseiras móveis durante os treinos livres para o GP da Austrália.
Mesmo que o uso da asa seja totalmente liberado durante os treinos, ainda há a necessidade de fazer alguns experimentos com o sistema, sobretudo com relação à forma como a diferença entre os pilotos será medida, já que, durante as corridas, a asa somente poderá ser acionada caso o piloto esteja a menos de um segundo do competidor da frente.
Também será preciso experimentar o sistema de fato pela ativação dentro da zona de ultrapassagem estabelecida de 600 metros.
Muita polêmica envolve esta questão, pois o uso do dispositivo está restrito a alguns trechos, e com autorização prévia da direção de prova, o que suscita dúvidas sobre alguns aspectos, e já se prevêem muitas reclamações e até ações judiciais por parte de enventuais insatisfeitos que se sintam prejudicados por determinada decisão.
"Não há motivos para que os espectadores fiquem confusos. A operação da asa é simples. Haverá linhas na pista que mostrarão a área onde a diferença será detectada e uma linha do outro lado da pista no ponto onde os pilotos poderão usar o sistema." Diz Whiting.
"Além disso, as equipes de transmissão de televisão receberão um sinal cada vez que o sistema for acionado e isso será mostrado aos espectadores."
http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/24061/
terça-feira, 15 de março de 2011
História - Tom Pryce


Thomas Maldwyn Pryce, mais conhecido como Tom Pryce, nasceu no país de Gales, em 11 de junho de 1949.
Pryce estreou na fórmula 1 em 1974, no grande prêmio da Bélgica, e Nivelles, pela equipe Token Racing.
Após isso foi contratado pela Shadow Racing Team.
Participou de 42 corridas, somou 19 pontos, uma pole position e conseguiu dois pódios - dois terceiros lugares.
Em sua última corrida, o GP da África do Sul, em Kyalami, ainda pela Shadow, foi vítima de um dos mais estranhos acidentes da história da fórmula 1; ele pilotava o carro nº 16. Depois de um acidente com o outro carro da equipe, conduzido pelo italiano Renzo Zorzi, dois fiscais atravessam a pista; o segundo deles - Jansen Van Vuuren, de apenas 19 anos - é atropelado por Pryce, a quase 280 km/h, e é morto instantaneamente, tendo sido desmembrado e horrívelmente desfigurado - tanto que só pode ser identificado por exclusão - e o extintor de incêndio levado por ele bateu na cabeça de Pryce com tal violência que arrancou seu capacete e matou-o na hora. O carro continuou se locomovendo - com o piloto morto - até parar.
Pryce faleceu em 5 de março de 1977, aos 27 anos.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Vaga disputada

Após o grave acidente em uma corrida de rali, que lhe proporcionou múltiplas fraturas do braço e perna direitos, o polonês Robert Kubica passou por uma cirurgia de sete horas, afim de revascularizar e reconstruir a mão esquerda - a mais afetada - e deverá passar por outras cirurgias.
“O paciente vai ter que passar por mais cirurgias, não só nas partes já tratadas, mas também para resolver outros problemas e traumas que ele sofreu, que não pudemos tratar por causa da emergência. O mais importante era estabilizar o paciente e tratar os ferimentos mais graves”, explicou o Dr. Francisco Lanza.
Isso afasta o polonês da temporada 2011 de fórmula 1, pois a recuperaqção deverá tomar todo o restante do ano, pelo menos.
“Para as fraturas que ele sofreu na perna, ele vai precisar de pelo menos três ou quatro meses para permitir a calcificação do osso”, completou o médico. Já a recuperação de sua mão direita deverá se prolongar por um ano, segundo os responsáveis pela cirurgia.
Com o infeliz episódio, a vaga fica em aberto, e há vários pilotos na disputa. A Renault tem cinco pilotos de testes, e qualquer um deles poderá via a pilotar o carro - incluindo Bruno Senna - mas a Renault pode trazer alguém mais experiente para isso.
Jarno Trulli, Pedro de La Rosa, Nick Heidfeld e Vitantonio Liuzzi. Ainda segundo o Telegraph, “até o nome de Kimi Raikkonen foi citado na noite passada”. Niko Hulkenberg é outro nome que tem sido fortemente especulado.
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