sábado, 30 de novembro de 2019

Lewis Hamilton - a nova face de um campeão



Não é de hoje que Lewis Carl Davidson Hamilton é um campeão consagrado. Desde 2008, ano do seu primeiro título mundial, pela Mclaren-Mercedes ele é um inovador.

O britânico é seis vezes campeão mundial de Fórmula 1, nos anos de 2008, 2014, 2015, 2017, 2018 e 2019. Suas opiniões sobre a sustentabilidade da F1 causaram polêmica.

O que é certo é a sua capacidade de competir e de vencer, que pode ser comparada à de seu ídolo, o grande Ayrton Senna. Com 84 vitórias, o piloto inglês está a oito de obter o recorde absoluto nesse quesito; com mais um campeonato ganho ele igualará o recorde de títulos; com 88 poles positions em 249 GPs ele é recordista absoluto ; em poles convertidas em vitórias ele também detém o recorde tendo feito isso em 51 ocasiões; mais cinco pódios e ele liderará nesta categoria também, atualmente tem 151; em número de pontos é recordista, com 3430.

Esses são os números após concluir sua 13a temporada na F1.

E ele diz não se importar com isso. Segundo ele "Não corro pelos recordes”.

Durante o fim de semana do recente GP do Brasil perguntaram--lhe o que esses recordes significam para ele:

"Nada”, respondeu o piloto britânico. "O número de títulos não é o mais importante. Eu não me importo com os números. Talvez seja bacana no final (da carreira) olhar e ver o que conquistou…Mas não tem significado agora."

Ele também desdenha o número "1" que todo piloto sempre gostou de ostentar, pois é o número do campeão. Desde 2014 os pilotos são livres para escolher o número que quiserem, e Lewis optou pelo 44, que usava aos 8 anos no kart.
Lewis Hamilton e Rai Caldato, o desenhista de seu capacete


O que alguns não sabem é que o desenhista e pintor do capacete do hexacampeão é um brasileiro. Em 2017 Hamilton lançou um concurso para o designer de seu novo casco, e o vencedor entre mais de oito mil concorrentes de todo o mundo foi Rai Caldato, natural de Campinas, no interior de São Paulo, formado em design em 1998.
Inicialmente o contrato era válido apenas para a temporada 2017, mas acabou sendo renovado e ele continua como o designer do casco do campeão até hoje.

Carreira


Desde cedo Lewis se destacou nas corridas de kart, e chamou a atenção do chefe da equipe McLaren, da Fórmula Um. Ron Dennis percebeu o potencial do garoto e o apadrinhou.
A primeira corrida de Hamilton como piloto de Fórmula 1 foi o GP da Austrália. Ele se classificou em quarto e teve uma ótima estréia em terceiro lugar, que posteriormente descreveu como uma "conquista fantástica". Foi somente quando ele voltou para casa no Reino Unido após o Grande Prêmio da Malásia que ele afundou, ele era um piloto de corrida devido a toda a atenção da imprensa. Ele terminou entre os cinco primeiros de suas cinco primeiras corridas e venceu seu primeiro Grand Prix no Canadá, antes de ficar em primeiro na EUA. Quando ele foi a Silverstone para o GP da Grã-Bretanha, ele liderava o campeonato mundial, mostrou sua inexperiência e ele ficou em terceiro. No entanto, Hamilton afirma que esta corrida ficará com ele para sempre, já que sua torcida estava 100% atrás dele. A última corrida da temporada foi no Brasil, onde terminou em sétimo e perdeu o Campeonato do Mundo por apenas um ponto.

Em 1996, Hamilton permaneceu no kart da classe cadete, vencendo a série Champions of the Future e se tornando o campeão da Sky TV Kart Masters e o campeão das cinco nações.

Em 1997 Lewis Lewis correu na Junior Yamaha e venceu a série Champions of the Future, mais a série Super One, e foi campeão britânico novamente.

Em 1998, Hamilton é contratado pela McLaren e pelos parceiros da equipe Mercedes-Benz para fazer parte do Programa de Suporte a Jovens pilotos. Com o apoio da McLaren, Hamilton ganhou títulos europeus
e mundiais de kart.
Em 2001 Lewis participou da sexta etapa no Cambridge Arts and Sciences antes de iniciar sua carreira em carros de corrida. Ele correu pela primeira vez na Fórmula Britânica Renault Winter Series e terminou em quinto no geral, apesar de ter caído em sua terceira corrida.

Em 2002 Hamilton participou de uma campanha completa da Fórmula Renault no Reino Unido com a Manor Motorsport. Ele terminou em terceiro na classificação final, com três vitórias e pole position. Ele marcou 274 pontos Ficou cinco pontos atrás do segundo colocado Jamie Green.
Hamilton ficou na Manor em 2003 e venceu o campeonato. Ele também fez sua estréia na Fórmula Três, competindo no final da temporada.

Lewis mudou-se para a ART Grand Prix, da equipe de GP2 irmã da ASM, com essa equipe sendo a líder em campo, assim como sua operação irmã na Fórmula Três. Hamilton venceu o campeonato da GP2 ao vencer Timo Glock. Vitórias notáveis ​​incluíram Nurburgring, onde ele foi penalizado por acelerar no pit lane, Silverstone, onde ultrapassou dois rivais em alta velocidade, e Istambul, onde se recuperou de uma rodada que o deixou no 18º lugar - precursores de sua ótima condução na Fórmula 1.
Uma vaga apareceu na McLaren no final de 2006 e após meses de especulações sobre quem iria se juntar a Fernando Alonso na equipe, Hamilton foi selecionado. O anúncio foi tornado público em 24 de novembro de 2006.

A primeira corrida de Hamilton como piloto de Fórmula 1 foi o GP da Austrália. Ele se classificou em quarto e teve uma ótima estréia em terceiro lugar, que posteriormente descreveu como uma "conquista fantástica". Foi somente quando ele voltou para casa no Reino Unido após o Grande Prêmio da Malásia que ele compreendeu que ele era um piloto de Fórmula 1, devido a toda a atenção da imprensa. Ele terminou entre os cinco primeiros de suas cinco primeiras corridas e venceu seu primeiro Grand Prix no Canadá, antes de ficar em primeiro na EUA. Quando ele foi a Silverstone para o GP da Grã-Bretanha, ele liderava o campeonato mundial, mostrou sua inexperiência e ficou em terceiro. No entanto, Hamilton afirma que esta corrida ficará com ele para sempre, já que sua torcida estava 100% com ele. A última corrida da temporada foi no Brasil, onde terminou em sétimo e perdeu o Campeonato do Mundo por apenas um ponto.

A temporada de 2007 foi muito polêmica, e apesar das suspeitas de que Ron Dennis beneficiava seu pupilo passando-lhe todas as informações e acertos de Fernando Alonso, ele soube aproveitar o carro que tinha. Mas a inexperiência cobrou seu tributo.
Em 2008 veio o primeiro título, na última corrida da temporada, o GP do Brasil, onde na última volta o resultado lhe beneficiou, vencendo o campeonato por 1 ponto de vantagem sobre Felipe Massa.

Em 2009 ele teve problemas com falta de concentração, assim como em anos posteriores. Mas foi melhorando e aprendendo.

Na temporada de 2009 a Mercedes resolvera voltar à F1 com equipe própria, mas não naquele ano. Para se preparar usou a equipe Brawn, que tinha seu motor e ganhou os títulos de pilotos e construtores.

De 2010 a 2013 houve a hegemonia da equipe Red Bull Racing. Com um irrepreensível projeto de Adryan Newey a RBR não foi batida nesse período.

Em 2014 a Mercedes alcança a excelência em seus monopostos, e Hamilton parte numa grandiosa sequência de conquistas de títulos, só interrompida em 2016 por seu companheiro de equipe Nico Rosberg.

Após a retirada de Fernando Alonso, Hamilton é sem dúvida o melhor piloto do grid. Promessas como Max Verstappen e Charles Leclerc tem futuro, mas hoje não podem ser considerados ameaças sérias a Lewis, mesmo que supostamente tivessem equipamento igual.


Por enquanto Lewis Hamilton reina soberano, e com tudo para conquistar todos os números da categoria, pois seu contrato com a equipe alemã se encerra ao fim de 2020, e depois disso são apenas especulações. Mas se o inglês devidir continuar provavelmente será em uma equipe competitiva, que o ajudará a ampliar ainda mais seu palmarés.

https://www.lewishamilton.com/category/bio/

https://www.biographyonline.net/sport/motor/lewis-hamilton.html

http://www.grandprixhistory.org/hamilton_bio.htm

https://www.racefans.net/lewis-hamilton/

https://www.formula1.com/en/drivers/lewis-hamilton.html